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    Comunicados

  • Comunicamos. a todos estudantes, que já começaram as confirmações de matricúlas e as mesmas vão de 02 à 20.02, boa continuação do dia. Comunicado 0012 de 20 Jan 2023
  • Comunicamos. a todos estudantes, que já começaram as confirmações de matricúlas e as mesmas vão de 02 à 20.02, boa continuação do dia. Comunicado 0012 de 20 Jan 2023

Sistemas de Informação Geográfica e Teledetecção (SIGTR)

Licenciatura | Engenharia Florestal | 3º ano | IIº Semestre


Docente(s): Isaú Alfredo Bernardo Quissindo, Ngoma Manuel Fortuna.

DEI: Engenharia Rural


  • Corga horária: 60 horas
  • Idioma: Portugues

Descrição

Estado: activa

Tipo: obrigatória

Natureza: complementar 

Carga horária: TS-1h, TPS-2h, PS-1h, TSE-4h, TSEM-60h, UC-4

LEGENDA

TS – Teórica semanal

TPS – Teórico-prática semanal

PS – Prática semanal

TSE – Total semanal

TSEM – Total semestral

UC – Unidades de créditos

Objectivos

Geral

Ter bases das técnicas de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e Teledetecção ou Detecção Remota (DR) para ser um Engenheiro Florestal capaz de actuar com estas ferramentas no mercado de trabalho em empresas públicas ou privadas.

Específicos

Capacitar na prática do SIG e de produtos de DR para representação Cartográfica Temática de cariz agrícola e florestal.

Utilizar e manipular software de geoprocessamento, SIG e de tratamento digital de imagem de satélite.

Realizar exercícios práticos com a utilização do SIG e de produtos de DR.

Resultados esperados e competências

Formar quadros dotados de técnicas de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e Teledetecção (Detecção Remota ou DR) capazes de actuar com estas ferramentas no mercado de trabalho em empresas públicas ou privadas.

Modo de trabalho: Presencial e semi-presencial (vídeo-aulas)

Pré-requisitos Topografia e Informática

Programa Analítico

Capítulo I

I. Fundamentos dos Sistemas de Informação Geográfica

1.1. Algumas noções de Cartografia

1.2. Conceitos das ciências da Informação Geográfica e da Observação da Terra

1.3. Componentes básicos de um SIG

1.4. Aplicações dos SIG na agricultura, floresta e estudos de recursos naturais

1.5. O SIG em Angola: empresas angolanas que utilizam ferramentas de SIG e produtos de DR

1.6. Alguns softwares livres de SIG e de DR

1.7. Mapeamento de cariz agrário/florestal – parte 1

II. Fontes de Dados de um SIG           

2.1  Os dados vectoriais: ponto, linha e polígono

2.2  Os dados raster

2.3  Bancos de dados geoespaciais

2.4  Criação de dados em um SIG: Georreferenciação, digitalização de áreas e descarga de arquivos vectoriais (rios, estradas, divisão política administrativa, focos de calor, áreas de conservação, etc) e raster (imagens de satélite, MDT, índices de vegetação e arquivos de solo, precipitação, etc.)

2.5  Mapeamento de cariz agrário/florestal

Capítulo II

III. Teledetecção: introdução, conceitos básicos e princípios físicos     

3.1. Definição de Teledetecção e outros conceitos

3.2. Historial da Teledetecção

3.3. Fundamentos físicos da Teledetecção

3.4. Aplicações da DR no sector agrário/florestal

 IV.  Imagem Digital: características e tratamento digital

4.1. A imagem digital: características

4.2. Resolução das imagens

4.3. Tipos de sensores

4.4. Classificação digital de imagem: processamento de uma imagem

4.5. Índices de vegetação, água e solo

4.6. Uso e ocupação do solo

4.7. Fotointerpretação, fotogrametria e interpretação digital de imagens

V. Ferramentas, Técnicas e Produtos de Deteção Remota úteis no Sector Agropecuário           

5.1. Veículos aéreos não tripulados (drones) no sector agrário/florestal

5.2. Legislação angolana sobre veículos aéreos não tripulados

5.3. Produtos e ferramentas de Detecção Remota úteis na monitorização, estudo e análise de recursos naturais

5.4. Pilotagem virtual de drone: treinamento de voo simulado de drone

 

Bibliografia

ANTUNES, Alzir Felippe Buffara (2001). Fundamentos de Sensoriamento Remoto em Ambiente de Geoprocessamento. Apostila. CIEG. UFPR;

CALDEIRA, F., et al (2013). Os SIG como ferramenta de apoio à gestão sustentável da floresta. II Jornada Potencial Científico e Técnico do IPCB, 2-10;

CÂMARA, Gilberto; CASANOVA, Marco A.; MAGALHÃES, Geovane C. (1996) Anatomia de sistemas de informação geográfica. S.n.: s.l.

JENSEN, John R., et al. (1996). Introductory digital image processing: a remote sensing perspective. Prentice-Hall Inc.

Método de ensino e actividade de aprendizagem

A orientação metodológica será dividida em duas partes, sendo uma de Topografia e outra de SIG. A Topografia terá três componentes: teórica, teórico-prática e prática (de campo e de gabinete)

As aulas teóricas serão expositivas com utilização de quadro branco, retroprojetor, mapas, plantas topográfica e imagens de satélites; discutindo conceitos das atividades práticas e dos métodos de levantamentos topográficos, e resolução de exercícios. As aulas práticas de campo abrangerá o desenvolvimento de atividades de levantamentos topográficos usando equipamentos-nível topográfico, teodolito, estação total, bússola, GPS de navegação e acessórios-trena, balizas, piquetes, estacas testemunhas, mira falante, caderneta de campo-com formação de grupos de trabalho. As práticas de gabinete incluirão processamento e interpretação dos dados colhidos em campo-cálculos das cadernetas de campo provenientes das aulas práticas anteriores e confecção das plantas/cartas topográficas.

O SIG também terá duas componentes: teórica e prática (de campo e de laboratório). O sistema de aprendizagem terá por base a ministração de:

• Aulas expositivas (teóricas);

• Aulas práticas com a utilização de software SIG (vídeos tutoriais) em sala / laboratório de informática

• Aulas de aquisição de dados em servidores web de órgãos públicos (vídeo tutoriais);

• Aulas de campo para aquisição de dados temáticos (de cariz agropecuário) com a componente espacial (localização).

Métodos de avaliação

Serão realizadas duas provas parcelares (avaliação sumativa). As mesmas não repetirão conteúdos e serão abrangentes a matéria dada até à última aula imediatamente anterior à data da prova e de carácter prático. Esta avaliação será complementada pelas várias avaliações formativas (trabalhos práticos individuais e/ou em grupos), que não valerão por si, independentemente, mas entrarão em média aritmética com as notas das avaliações sumativas. No final os estudantes serão submetidos a uma avaliação final de carácter totalmente prático (elaboração de um projecto de mapeamento de cariz florestal e agrícola).

Tipos de avaliação

Duas provas parcelares (escrita), avaliação complementar (trabalhos práticos individuais e/ou em grupos) e exame final.

Componentes de ocupação (6 horas de estudo autónomo e de freq. as aulas)

Critérios para obtenção de frequência

Assiduidade mínima 75% das aulas teóricas e práticas

Entrega dos trabalhos práticos

Critérios para obtenção de acesso ao exame

A média das frequências (1ª e 2ª Prova Parcelar e Práticas, Avaliações e Seminários) deve ser igual ou superior a 7 valores.

Nota: A média das duas provas parcelares tem um peso de 70% e das práticas, avaliações e seminários 30%.

Fórmula de cálculos da classificação final

Classificação final (CF) = Média da frequência x 0,60 + Nota do Exame x 0,40

A aprovação à disciplina requer a obtenção de uma CF igual ou superior a 9,5 valores.

Nota: a dispensa ao exame será a critério do docente e só poderão dispensar aqueles estudantes que cumprirem com os seguintes critérios: 100% de assiduidade, entrega de todos os trabalhos e média da frequência igual ou superior a 14 valores.